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As seis divindades de Aruanã e a Batalha dos Seis - CAIMAN WIKI

Atualizado: há 4 horas

KIM e seu guardião, o Jacaré-de-papo-amarelo


Patrono dos Jarás


Considerado o líder dos deus, Kim é o mais poderoso deus do panteão dos Nativos. É um homem alto e forte que carrega em seu rosto a máscara de madeira com o focinho de um jacaré-de-papo-amarelo. Seu corpo é coberto por tatuagens vermelhas (cor dos Jarás) e pretas, e tem cabelos longos, lisos e negros sobre os seus ombros. É sábio, sério e pouco revela dos seus planos para os outros deuses.


O seu guardião é o mais destrutivo e intimidante, motivo pelo qual Ymba, o antagonista de Kim, se dedica tanto a derrotá-lo na Batalha dos Seis. Todas as histórias e mitos a respeito de Kim giram em torno da sua morte, afinal é o Deus Morto, adorado pelos Jarás. Apesar de morto, as águas doces ainda tem o seu encanto e proteção. Quanto ao Jacaré-de-papo-amarelo, após a Batalha dos Seis, desapareceu do continente, gerando boatos sobre o seu paradeiro. Na cosmovisão dos Jarás, o guardião repousa sob a Ilha Paranguaré, a ilha fluvial onde viviam os seus devotos.


"Em seu rosto, carregava uma máscara de madeira, assim como nossa amada Ka’gwa, mas a dele tinha o focinho de um jacaré talhado minuciosamente. Há quem diga que era a máscara mais intimidante de todas, pois tinha até os dentes afiados. É este o deus que a Última Jará cultua! Mas sinto que a pobre Jacarezinha está com sua fé abalada – a anciã interrompeu a batida do tambor e olhou para as estrelas. – Não temos como imaginar o sofrimento pelo qual ela passou, ainda pequenina, com apenas onze anos de idade."


Os Jarás eram protetores da Máscara de Kim, e assim o foram por milênios, até a terrível invasão dos Boiunacaís, que levou todo aquele povo à morte. O artefato se perdeu e acabou caindo nas mãos dos estrangeiros, os Pélagos. Seguir o Caminho das Águas Doces, significa encontrar e proteger a máscara, antes que caia nas mãos erradas, ou melhor, nas mãos dos devotos de Ymba. Este é o fardo que Caiman, a Última Jará, carrega.


jacaré flutuando no rio

KA'GWA e sua guardiã, a Onça-pintada


Patrona dos Yrapés


A deusa mais popular e mais bela de Aruanã. É assim que Ka'gwa é chamada pelo povo que lhe é devoto, os Yrapés. Mas por que sua popularidade e beleza são aspectos tão conhecidos pelos Nativos? Isso se dá ao fato de Ka'gwa ser a deusa que mais adora a humanidade e, como consequência, a que mais se manifesta e interage com seus devotos. Claro que isso está apenas nas histórias, pois havia séculos que os deuses pertenciam apenas para as histórias e superstições. A deusa é uma mulher alta e forte, com a musculatura tão evidente quanto a de uma onça-pintada. É carismática e busca sempre pelo bem da humanidade. É também conhecida como a senhora das florestas densas e patrona dos caçadores. Em seu rosto, carrega uma das máscaras de Aruanã, feita de madeira e talhada com maestria: A Máscara da Onça, com a bocarra aberta repleta de dentes. Os cabelos da deusa são longos e negros e seu corpo carrega tatuagens com formas que lembram as pintas de uma onça-pintada.


O seu guardião é a Onça-pintada, tão grande quanto a maior das árvores. Dizem que o seu rugido é capaz de chacoalhar o continente inteiro. Apesar da aparência feral da criatura divina, a deusa a nomeou com um nome simples e fofo: Pimpo!


"Pois ouçam-me bem, crianças! Todos os deuses, sem exceção, carregam uma máscara em seu rosto. Uma máscara de madeira cujo formato é o de seu guardião. A máscara de Ka’gwa tinha a face de uma onça-pintada talhada na madeira. Ah, como era imponente a deusa. Era tão alta quanto um Anhangá e forte como uma formiga tucandeira, capaz de erguer mil vezes o seu próprio peso! É esta a deusa que cultuamos, pequenos. É esta a deusa a quem vossos pais e mães pedem por sua proteção e saúde!"


Ka'gwa é a deusa mais próxima de Kim, levantando histórias a respeito do seu envolvimento com o deus do jacaré-de-papo-amarelo. Ela é a responsável por recuperar a máscara do deus morto e dar aos Jarás a responsabilidade de protegê-la. Com isso, nasce o Segredo de Kim, que é ensinado aos Jarás de forma errônea, pois apenas ela sabe o verdadeiro significado do segredo.


onça pintada na floresta

YMBA e sua guardiã, a serpente Boiuna


Patrono dos Surucukuás e Boiunacaís


O grande vilão da história: O terrível Ymba é o antagonista de Kim e deus da destruição e caos. Adorado pelos Surucukuás e pelos Boiunacaís, o seu nome causa calafrios em qualquer Nativo de Aruanã. Após matar Kim, Ymba é derrotado e capturado pelos outros deuses e exilado do continente nas profundezas do mundo, junto com sua serpente Boiuna. Desde então, por milênios, foi criada a profecia sobre o seu retorno. Ymba, o terrível, retornará. Durante a saga de Caiman, a profecia já está se concretizando e os sinais desse retorno espalhados por todo o continente: criaturas assombrosas aterrorizando as vilas e cidades, animais comportando-se de forma estranha e o caos espalhando-se por todas as terras.


É um homem alto, magro, mas de grande força, com a máscara de madeira com o rosto de uma serpente talhado nela. As duas presas na boca é a característica mais intimidante da máscara. As histórias dizem que Ymba se alimenta do caos e sofrimento, por isso as grandes guerras ao longo da saga parecem dar mais força para que ele se livre do seu exílio.


A Lenda do Tuiuiú, apresentado pela anciã dos Jarás, narra a história de Ymba e por que ele se distanciou dos outros deuses:


"Ymba era o deus da escuridão? O incompreendido? O maléfico? Não. Era apenas mais uma das seis divindades que reinavam sobre o continente. Era justo e governava com graça entre as criaturas peçonhentas e subterrâneas. Era leal aos outros deuses e considerava Kim um irmão. Adorava encontrar-se com o seu velho amigo e conversar sobre as maravilhas do continente e os planos para o futuro. Era otimista, elegante e muito poderoso. Se era! O seu guardião era a grande Boiuna, a serpente cujo tamanho poderia ultrapassar a altura do céu e tocar as estrelas. Quando o guardião serpenteava sobre a terra, rios se formavam, cânions se abriam e a vida prosperava, ouviram crianças? Ymba era o mais curioso dos deuses e nada o interessava mais que o futuro. Tinha muitos planos para os seres humanos e suas intenções eram as melhores possíveis.

            A anciã acelerou o ritmo do tambor, fez uma careta e engrossou a voz, como se imitasse a voz do próprio deus.

            – Se unirmos o passado, o presente e o futuro, acabaremos com o sofrimento dos nossos povos. Evitaremos todas as guerras e desentendimentos! Há um meio, deuses, sim, eu sei! Pois sou Ymba e tudo posso fazer!"


Todos os atos de violência e guerra são associados a Ymba. A fome descontrolada do Quibungo, o terror do Boi-vaquim na Vila do Tambaqui, a proliferação das Hipupiaras, a invasão do exército de Capelobos na Baía do Badejo, entre tantos outros feitos que causam caos, destruição e morte. Mas é a chegada dos Pélagos no continente, há poucos séculos, que acelera o retorno do deus.


serpente com a boca aberta

TY'ITUS e seu guardião, o Escorpião-marrom


Patrono dos Urucumbaús


Senhor os Urucumbaús, Ty'itus é uma das divindades mais respeitadas. É protetor da Caatinga e de todas as criaturas rastejantes e peçonhentas. É conhecido por sua brutalidade e aparência de destaque se comparado aos outros. É grande, gordo, com uma barriga proeminente, e de grande força física. Seu corpo é repleto de tatuagens pretas com formas geométricas e em seu rosto carrega a máscara do escorpião, com inúmeros olhos, duas garras nas laterais e o ferrão na testa. A sua tolerância é limitada e tem pouco apreço pelos humanos, especialmente pelos Pélagos. Em seu encontro com Caiman, deixa clara a sua opinião a respeito da Jará estar acompanhada por Pélagos, cujo sangue não é o de Aruanã. Apesar de ser um deus "cabeça-dura", como diz a própria Ka'gwa, Ty'itus é extremamente fiel à Kim e seus ideais.


“Guardião da seca, Senhor da areia; Mestre do escorpião, ferrão de fogo. Arde sob o sol, chacoalha a terra, bebe o sangue do oponente. Marchamos e lutamos pelo seu nome: Ty’itus, rei da Caatinga, Dono da vida!” Grito de guerra Urucumbaú.


"SPOILER: Assim que o corpo colossal do Escorpião-Marrom tocou as águas do Rio Ibirá, as margens foram subitamente inundadas e a Mandacaru estremeceu. Chacoalhou violentamente com o impacto das ondas e sua tripulação precisou se agarrar ao que estava à disposição. As grandes pinças nas extremidades do seu par de pedipalpos robustos pareciam capazes de partir o barco a vapor ao meio. Algo que todos temeram naquele momento. [...] Um par de olhos brilhava no topo do cefalotórax da criatura, fixo na tripulação com uma atenção opressora. Outros pares de olhos, nas laterais do casco, observavam atentamente à sua volta. Caiman sentiu as mãos tremerem involuntariamente ao contemplar a figura, lembrando-se das histórias que a sua avó contava sobre a Batalha dos Seis. Naquele instante, tudo se tornou real, de carne e osso!"



escorpião dando a luz

KARI e seu guardião, o gavião-real


Patrona dos Jacarandás


Os Jacarandás são conhecidos pelo seu militarismo e por seu espírito guerreiro, características diretamente associadas à sua deusa, a poderosa Kari, senhora dos céus e dos ventos. É uma mulher violenta que carrega no rosto a máscara de um gavião real. O seu temperamento é conhecido, assim como sua afinidade com Ymba, que levanta questionamentos sobre qual era o seu lado na Batalha dos Seis. O seu corpo carrega as pinturas de guerra dos Jacarandás, azul e roxo.


O seu guardião, o grande Gavião-real é bem conhecido nas histórias e mitos de Aruanã. Seu bater de asas é capaz de chacoalhar florestas inteiras e seu bico é uma poderosa arma contra outros guardiões, afinal, este é o único guardião voador.


No centro da grande cidade dos Jacarandás, há a grande árvore Jacarandá que dá nome e cor à cidade. A árvore gigante, que possui corredores e andares de galerias que são utilizadas como um órgão público daquele povo, também é o local de repouso do grande gavião, que consegue apoiar seus grandes dedos e garras nos seus galhos. Reza a lenda que quando o gavião pousa na cidade, todas as árvores perdem suas flores com o bater das asas.


"– E os Jacarandás, anciã? É verdade que eles sabem voar? – um garotinho de olhar inocente, ainda sem nenhuma pintura facial, perguntou.

– Os Jacarandás... Como minha memória está falha. Pois digo que são boatos! Apenas boatos! – respondeu a anciã, rindo. – Os Jacarandás vivem nas grandes florestas onde o Rio Ibirá termina. São grandes lutadores e ai de quem desafiá-los no combate, mas não voam, não, que bobagem! Quem voa é a grande Águia-real, comandada pela deusa Kari. As canções falam de um bater de asas tão poderoso que era capaz de varrer uma floresta inteira."


gavião com olhar intimidante

IARA e seu guardião, o Tubarão-baleia


Patrona dos Oruy'cuás


Iara é a deusa dos mares e águas salgadas. O seu reinado está em todos os oceanos que cercam Aruanã. É a mais misteriosa dos deuses, pois raramente se manifesta no continente, mesmo nos mitos e fábulas. O seu povo, os Oruy'cuás, são reclusos e não são avistados há muitos séculos. Sua reclusão, nas misteriosas ilhas circulares o transformaram fisicamente, adaptando-os à vida em alto-mar.


O guardião de Iara é o maior de todos os guardiões. Um tubarão-baleia de proporções extrapoladas, até mesmo para os deuses. O seu tamanho o impede de entrar no continente, pois nenhum rio é grande o bastante para o seu corpo. Por este motivo, Iara é responsável por acabar com a Batalha dos Seis e a ameaça de Ymba ao invadir o continente com um grande tsunami que varre tudo em seu caminho.


Iara tem o corpo branco-esverdeado com guelras e acessórios e vestimentas de conchas e algas. Em seu rosto, claro, carrega a máscara de madeira com a grande bocarra do tubarão-baleia. Apesar de suas características distintas e intimidantes, Iara é sábia e age sempre de forma calma e analítica.


"Quem falta? Claro, claro! A grandiosa Iara, mãe dos mares e das águas salgadas. Como pude esquecer? Ela é adorada pelos Oruy'cuás e explora os mares em seu grande Tubarão-baleia. Já viram um tubarão-baleia?

– Nãããão! – disseram as crianças em uníssono.

– Um tubarão-baleia já é grande por si só, já o de Iara é maior que uma montanha! É considerado o maior de todos os guardiões e é tão grande que não pode adentrar o continente. Já os Oruy’cuás, seus adoradores, vivem tão reclusos que ninguém sabe dizer onde estão. Há quem diga que são apenas lenda! Eu acredito que estejam numa ilha em alto mar, ao norte."


tubarao baleia

A BATALHA DOS SEIS


O evento de maior importância para a cosmovisão dos Nativos a respeito do continente e de todo o seu imaginário. É uma grande guerra que justifica a divisão dos povos e a relação de antagonismo entre o que é considerado bem e mau: Kim e Ymba. O motivo que leva à guerra, segundo a mitologia, é a visão de futuro que Ymba tem de Aruanã. Com isso, decide acabar com todo o sofrimento e manipular o futuro. Kim, o líder dos deuses considera tal sugestão uma afronta, uma traição e, assim, explode a grande guerra.


"Ymba buscou por Kari, a deusa dos Jacarandás e mestre da grande Águia-real. Como de tudo sobre as aves ela conhecia, Ymba a questionou sobre o tuiuiú. Sob a máscara com o bico de uma águia, Kari revelou um segredo muito antigo, que apenas ela conhecia e mantinha guardado. A expressão de tristeza dos tuiuiús vinha de um fato muito simples: eles conheciam o futuro de Aruanã, pois os tuiuiús tinham vislumbres do que estava por vir. Não importava o quão distante era! Isso é perfeito! – a anciã imitou a voz de Ymba mais uma vez. – Pois posso usar os poderes do tuiuiú para cumprir o meu objetivo. Mas Ymba preocupou-se com o fato da expressão daquela belíssima ave ser tão triste. Se viam o futuro, por que eram tristes? Ele queria respostas! A grande serpente atravessou as florestas até alcançar o pantanal e encontrar os tuiuiús. O corpo gigantesco da Boiuna cortou a terra, abrindo rios que correm até hoje! Ymba encontrou as aves e as questionou sobre o futuro, prometendo livrá-las de sua tristeza.

– O que o tuiuiú disse? – um coral de crianças curiosas se manifestou.

– Ninguém sabe dizer, pequenos! Mas lhes digo que, seja lá o que os tuiuiús disseram para Ymba, este foi o motivo da grande guerra entre os deuses. Kim, o poderoso deus dos Jarás e das águas doces, considerou o ato uma afronta, uma traição, pois não apoiava a ação do seu velho amigo de conhecer o futuro. Ymba foi repreendido pelos deuses, mas manteve a sua postura! E, para mudar o futuro trágico de Aruanã, ele passaria por cima dos próprios deuses. E assim, meus pequenos, explodiu a Batalha dos Seis."


destruição após batalha épica


O bestiário é separado por categorias de acordo com as criaturas que habitam Aruanã.

Espíritos Errantes

Seres incorpóreos presos ao mundo terreno por assuntos inacabados, sentimentos intensos ou vingança. Agem por impulso, sem consciência de seus atos. São apenas citados ao longo da saga, sem grande relevância para o bestiário de Arthur De Catra.


  • Almas Penadas

  • Espíritos obsessores

  • Fantasmas comuns

Entidades Guardiãs

Protetores místicos ligados a locais, objetos ou elementos da natureza, frequentemente neutros ou aliados dos humanos, com moralidade ambígua. Colocam o equilíbrio do seu meio acima de qualquer vida humana ou animal.


Feiticeiras

Mulheres sobre-humanas com conhecimento íntimo em magia e ocultismo, capazes de manipular forças naturais ou sobrenaturais. Tem moral duvidosa e grande egocentrismo, focadas em aumentar e descobrir poderes e conhecimentos.


Bestas e monstros

Criaturas físicas ou semi-físicas, geralmente vivendo isoladas em locais selvagens, com aparência monstruosa ou animalesca que foge dos padrões da fauna e flora. Podem ter origens míticas ou humanas, manifestando-se através de maldições, feitiços ou, puramente, vingança.

Encantados

Seres místicos que vivem entre o mundo espiritual e o mundo humano, podendo transitar livremente ou sob condições específicas entre ambos. Podem ter relação direta com o meio que vivem, sejam rios, florestas ou desertos. São seres neutros, com moralidade própria.

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Morto-vivo

Criaturas ou corpos animados por magia obscura, rituais necromânticos ou maldições antigas. São uma ameaça física com grande resistência. Respondem ao seu mestre, responsável por reviver o corpo, mas não possuem qualquer individualidade.


  • Corpo Seco


Elementais

Espíritos ligados diretamente aos elementos naturais (água, fogo, terra e ar), com capacidades de manipulação e influências diretas sobre a natureza. Vivem pelo meio e protegem o seu ambiente acima de qualquer coisa.

Celestiais

Entidades de natureza benigna ou neutra, com origem em planos superiores ou celestiais, frequentemente emissárias ou observadoras da humanidade. Os deuses ocupam o topo da hierarquia dos celestiais.

Metamorfo

Seres com capacidade de transformação física total ou parcial, alternando entre formas humanas e animais. Podem controlar, ou não, suas transformações, dividindo-se entre metamorfos voluntários e não voluntários.

Acesse o Mapa Interativo para navegar por Aruanã:



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Caiman - O Caminho das Águas Doces - Fernando Couto de Magalhães

O folclore brasileiro é o eixo central do universo da Caiman, servindo como base para toda a fantasia que molda a narrativa dos livros. A proposta do autor, Fernando Couto de Magalhães, é fugir dos elementos fantasiosos europeus (dragões, elfos, orcs e etc) e valorizar o imaginário brasileiro de forma explícita, celebrando raízes, influências regionais e a riqueza das tradições orais do Brasil. As criaturas aqui apresentadas, apesar da clara influência, tem características próprias do universo que estão inseridas, portanto não devem ser base para um estudo acadêmico / escolar / antropológico. Por este motivo, o "bestiário" abaixo traz a descrição de acordo com o universo de Caiman e a descrição original do folclore brasileiro.


*O universo de CAIMAN, criado por Fernando Couto de Magalhães, é completamente fictício. Apesar de beber de fontes históricas e referências culturais brasileiras, não há aqui a intenção de representar fielmente nenhum povo, tradição ou evento específico. É uma obra de entretenimento inspirada nas histórias contadas pelos avós do autor.



Caro amigo leitor,


Convido você a conhecer os meus livros, desenhos realistas e projetos sociais me acompanhando meu trabalho no Instagram: @eufernandocouto (clique aqui!). Será


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